Dark kitchens em destaque



 

⠀⠀⠀Foi em 2019 que as dark kitchens tiveram uma primeira expansão nas grandes capitais do país. Neste ano, elas se mantinham apostas de sucesso. As “cozinhas escuras” (em tradução direta) são conhecidas por funcionarem de portas fechadas, sem fachadas ou placas de sinalização, e também por não disponibilizarem espaços para consumo no local. Com isso, as operações ficam 100% responsáveis pelas demandas do delivery.  

⠀⠀⠀Mesmo não planejado, o aumento significativo nos pedidos de delivery com o cenário de pandemia e isolamento social presente desde março alavancou a venda de alguns empreendimentos no ramo alimentício, que sentiram a necessidade de inaugurar novas unidades para suprir a crescente demanda.  

⠀⠀⠀Mas abrir um novo empreendimento não é barato, e, agora, em meio ao cenário de portas fechadas presencialmente ao público, não faz sentido. Nesse momento, dark kitchens se mostraram ideais viáveis para suprir a crescente demanda e também para atingir um raio maior de entrega para conquistar novos clientes; são um modelo que negócio capaz de atender às necessidades de produção e orçamento mais limitado. 

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